Arquidiocese de Braga -
1 fevereiro 2018
Catequistas de Famalicão interpelados ao Encontro com Cristo e com os irmãos
Departamento Arciprestal da Comunicação Social
Encontro Arciprestal reuniu perto de 500 catequistas em tarde de formação, oração e convívio.
Os catequistas das diferentes paróquias do Arciprestado de V. N. Famalicão viveram uma tarde diferente no passado sábado, dia 27 de Janeiro, pois, no contexto do Encontro Arciprestal de Catequistas, que se realizou na Igreja Nova de Antas, foram desafiados a “viver a alegria do Encontro com Cristo e co m todos os irmãos”.
Esta iniciativa, subordinada ao tema “Encontro(s)”, em consonância com a temática que preside ao ano pastoral, “a Esperança que se desperta no encontro pessoal e íntimo com o Senhor Jesus”, iniciou às 14h00, com o acolhimento a todos os participantes.
Os presentes começaram por ser saudados pelo Assistente da Equipa Arciprestal de Catequese, o P.e António Loureiro, que quis felicitar e agradecer a todos aqueles que escolheram partilhar esta tarde com os outros e com o Senhor Jesus. De seguida, foi a vez do Arcipreste de Vila Nova Famalicão, o P.e Armindo Paulo Freitas, tomar a palavra. Saudando todos os presentes, salientou que “os catequistas são chamados por Cristo à missão de anunciadores da Esperança”.
Feitas as boas-vindas, e depois de um momento de oração, os catequistas foram encaminhados para dois diferentes workshops, preparados pelos Seminários Arquidiocesanos, que se associaram a este encontro.
Um dos workshops, dedicado ao tema “LabOrar…”, lembrou aos catequistas que “rezar é uma acção que exige esforço, perseverança e predisposição interior”. A partir da Parábola do Semeador, salientou-se que “Deus é aquela que toma a iniciativa, vem ao nosso encontro e oferece-nos os instrumentos de trabalho”. Nós, “os trabalhadores, enfrentamos muitas dificuldades, mas reconhecemos os frutos que podemos colher a partir da oração”. No final desta apresentação, destacou-se “o papel da oração na vida e na missão do catequista, destacando-se que é através da mesma que este se sente chamado, se encontra com o Senhor e acolhe a Sua vontade no serviço”.
Outros dos temas apresentados foi “….Da Semente à colheita”, conduzido pelo P.e Rúben Cruz, que destacou “a importância do discernimento vocacional e da vivência de uma vocação” por parte de cada ser humano, nomeadamente dos jovens.
Para tal, lembrou que “a vocação não é um mero sentimento, nem deve ser confundida com uma profissão”. Além disso, “não é só para alguns e nem pode ser vista como uma predestinação”. Isto porque, e como explicou, “todos somos chamados à vida, a ser pessoa, ao crescimento e à perfeição, assim como à comunhão e ao serviço, sendo-nos confiada uma missão”. Essa poderá ser concretizada através das “diferentes vocações específicas, como o matrimónio, o sacerdócio, a vida consagrada e a vida laical”.
Por último, o sacerdote focou “o papel do catequista como aquele que sempre e em qualquer lugar procura semear a síntese da mensagem cristã, onde está o sentido da vocação de todos, acompanhando outros ao longo deste processo, numa relação de proximidade e disponibilidade, ajudando a educar, formar e discernir”.
Terminadas as conferências, foi tempo de mais um momento de oração, com uma celebração de envio, onde os catequistas puderam “reafirmar o seu compromisso de homens e mulheres de encontros, chamados à vocação de semeadores de Esperança”.
A tarde terminou com o lanche, em ambiente festivo, de partilha e de alegre convívio entre todos.
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