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Caminhada Litúrgica
Advento e Natal
Nos dias 11 e 12 de Abril, os Ministros Extraordinários da Comunhão (MEC’s) provenientes das diferentes paróquias do Arciprestado de Vila Nova de Famalicão reuniram-se no Centro Pastoral de Santo Adrião para viverem um tempo privilegiado de formação e oração, tratando-se de uma iniciativa promovida pelo Arciprestado, que desafiou cada um a ser, no exercício do seu ministério, “testemunho fiel e entusiasta da Eucaristia enquanto Sacramento da caridade”.
Neste ano pastoral, em que o Arciprestado de Vila Nova de Famalicão conta com a presença dos Seminários Arquidiocesanos, esta formação foi orientada por um sacerdote e seminaristas do Seminário Conciliar de Braga.
Assim, no primeiro encontro, decorrido entre as 21h15 e as 22h30, tal como o seguinte, depois das boas-vindas e da oração inicial, conduzidas pelo P.e Nuno Castro, Delegado Arciprestal da Pastoral Litúrgica, e pelo P.e Armindo Paulo Freitas, Arcipreste de Vila Nova de Famalicão, tomou a palavra o P.e Daniel Neves, da Equipa Formadora do Seminário Conciliar, que focou a sua apresentação na Eucaristia, começando por recordar que “este Sacramento tem de ser o centro da vida da comunidade paroquial e o sinal da unidade, pois é celebrada por aqueles que recebem o Baptismo, que vivem da mesma Fé e se alimentam do mesmo Pão”. Posto isto, e depois de uma explicação detalhada das diferentes partes da Missa, o orador terminou a sua apresentação incidindo sobre a vocação e a missão dos MEC’s. Enfatizou que se trata de “um chamamento de Deus para dar cumprimento ao ‘Ide e anunciai’ proferido por Jesus aquando da Sua Ascensão”, pois “os MEC’s são os discípulos missionários dirigidos às periferias, como mensageiros da alegria do Evangelho”, ou seja, “são aqueles que levam o Senhor, no pão e no coração, constituindo presença da ternura de Deus e testemunhas da misericórdia divina junto daqueles que visitam”.
Por sua vez, o segundo encontro incidiu sobre a Eucaristia enquanto “Sacramento da Caridade”. O P.e Daniel referiu que “na Eucaristia Jesus faz de nós testemunhas da compaixão de Deus por cada irmão, impelindo todo o que acredita n’Ele a fazer-se ‘pão repartido’, isto é, a dar-se aos outros”. Acrescentando que “a Eucaristia é o testemunho da caridade infinita do Senhor Jesus pela sua amadíssima Esposa, a Santa Mãe Igreja”, o sacerdote enfatizou que “os MEC’s são fruto desse imenso amor de Cristo pela Igreja”, devendo, por isso, “sentir-se desafiados a fazer da sua participação na celebração eucarística um acto de amor”. Em jeito de conclusão, corroborou ainda a imperatividade de cada um “procurar fazer da vida uma celebração eucarística, querendo amar, sempre mais e mais, a Deus, à família, ao trabalho, a tudo…”, pois, e como frisou, “se vivemos da Eucaristia é dela que temos de dar testemunho”.