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Carlos Lopes de Sousa | Guimarães| 12 Jan 2019
Apresentação das Visitas Pastorais ao Arciprestado de Guimarães e Vizela
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Decorreu na passada sexta feira, dia 11 de Janeiro, numa lotada Igreja Paroquial de Azurém, a apresentação das VISITAS PASTORAIS ao Arciprestado de Guimarães e Vizela.

As Visitas decorrerão de 02 de Fevereiro próximo até 26 de Janeiro de 2020, com o calendário que abaixo se apresenta.

A cerimónia, iniciada às 21h00, constou de um momento de Oração, animado por um Grupo de Jovens e com a participação do Grupo Coral Arciprestal; de mensagens do Arcipreste, Padre Constantino Sá, do Sr. D. Nuno Almeida, Bispo Auxiliar e do Arcebispo Primaz, D. Jorge Ortiga. 

Partilhamos, de seguida, apontamentos dessas mensagens, incluídas num desdobrável distribuído a todos os presentes.

Houve ainda lugar a um momento de participação activa dos presentes que puderam colocar questões ao Senhor Arcebispo.

A Mensagem do Senhor Arcebispo:

VISITAS PASTORAIS, ACONTECIMENTO DE GRAÇA

1 - A Arquidiocese tem diante de si um Programa muito claro e concreto: tecer comunidades acolhedoras e missionárias. O conteúdo destas palavras é muito preciso e não necessita de explicações. Talvez até agora tenhamos vivido voltados para as atividades paroquiais (catequese, liturgia e ação socio-caritativa), esquecendo-nos de olhar para o que somos. Na verdade, corremos o risco de ser, como o Papa nos recorda, uma simples agência de serviços. Estes só valem na medida em que são expressão de uma comunidade que caminha à luz da fé, unida na caridade e animada na e pela esperança. Primeiro importa “tecer” estas comunidades para depois anunciar o Evangelho com credibilidade.

Não estamos habituados a empenhar-nos nesta tarefa. Importa recentralizar a nossa vida e as nossas opções. Somos imagem da Santíssima Trindade e queremos, como consequência, aceitar a única missão de Cristo, interpretada em diversas áreas por todos os cristãos e cada um com uma missão específica.

2 - As Visitas Pastorais devem ser esta graça que, na linha do Programa Pastoral, nos leva a avaliar a missão da paróquia e de cada um dos seus membros. Queremos ser verdadeiramente discípulos missionários e isto só com um sério exame de consciência, orientado para a conversão pessoal e renovação da comunidade, se conseguirá. Trata-se de uma tarefa permanente a que as Visitas oferecem um novo estímulo. Não temos medo de nos confrontar com o que devemos ser. Aceitamos os nossos limites e imperfeições. Individualizamo-los serenamente. Depois, de um modo sinodal que envolve a todos, descortinamos novos caminhos, que ainda não foram percorridos, para nos situarmos em atitude de respostas pastorais novas. Será, como o Programa sugere, um momento para todos nos comprometermos numa participação ativa e criativa.

3 - Nesta lógica, a Visita deve ter um antes e um depois que são mais importantes do que o durante.

O Bispo dispensa algumas horas a cada comunidade. Mas a sua presença, a ser preparada não só nos aspetos exteriores mas na revisão de toda a vida comunitária, confirmará o caminho percorrido e abrirá portas para ousados compromissos e apaixonantes responsabilidades.

4 - Aproveito para saudar a todos e a cada um. Ofereço-vos o amor de Cristo e testemunho carinho e presença aos que sofrem ou necessitam de alguma coisa para uma vida digna. Queremos estar com todos e a cada um gritar que o amor de Cristo é verdadeiramente grande e maravilhoso. Acolhamo-lo. A vida não ficará a mesma.

5 - Como acontecimento de Igreja, a oração não pode ser dispensada. Só ela constrói a Visita. Rezemos, pessoal e comunitariamente, para que nos abramos ao Espírito e àquilo que Ele quer para cada comunidade e arciprestado.

6 - Inauguremos, desde já, este período de graça. A Visita não é apenas no dia que toca à paróquia. O arciprestado deve estar envolvido durante este longo período para descortinar caminhos de unidade e compromisso.

Santa Maria de Braga, Nossa Senhora da Penha, os nossos quatro Arcebispos Santos (S. Martinho de Dume, S. Frutuoso, S. Geraldo, Beato Bartolomeu dos Mártires) suscitem esta responsabilidade de vivermos para tecer comunidades acolhedoras e Missionárias.

+ D. Jorge Ortiga, Arcebispo Primaz de Braga

 

A mensagem de D. Nuno Almeida:

PARA UMA IGREJA SINODAL, MISSIONÁRIA E SEMEADORA DE ESPERANÇA!

Com Maria queremos aprender a ser Igreja “em saída”, em “visitação” permanente: para que Jesus dê alegria às crianças das escolas e da catequese; ilumine e dê sentido à vida dos adolescentes e dos jovens; entre em cada lar para unir os casais e dar esperança aos idosos e doentes; toque com a luz do Evangelho o coração dos que se dedicam ao bem comum nos serviços públicos e nas associações; dê perseverança aos que estão desempregados e entusiasmo a todos os que trabalham com dedicação e profissionalismo!

O Papa Francisco (sobretudo na exortação A Alegria do Evangelho) e o nosso Arcebispo, D. Jorge, desafiam-nos a um modo novo de fazer pastoral, muito mais comunitário, sinodal e missionário. Tudo isto implica empenho por comunidades mais fraternas e unidas, mais corresponsáveis e orgânicas, mais abertas e missionárias. Procuremos juntos caminhos pastorais sempre mais fecundos, buscando uma integração ativa na vida do Arciprestado, da Arquidiocese e da Igreja Universal. Há que cultivar também a atenção e a cooperação com as instituições da sociedade.

Pedimos auxílio a Maria para sermos, em cada paróquia, discípulos felizes, responsáveis, missionários e semeadores de esperança, sem receio de nos questionarmos sempre: Como crescer na unidade? Como alargar a corresponsabilidade? Como aperfeiçoar os caminhos da missão?

A Visita Pastoral será uma ocasião de revisão e aprofundamento da vida de cada paróquia, procurando acelerar a cooperação entre as paróquias vizinhas (particularmente aquelas que estiverem confiadas a um pároco). Por isso, no âmbito da visita, há que realizar inter-paroquialmente: a assembleia, a celebração da Unção dos Doentes, o encontro com os crismandos, a reunião com os conselhos económicos, etc.

Procurar-se-ão os caminhos da missão, desafiando à criação e multiplicação de “Grupos Semeadores de Esperança”.

No centro da Visita Pastoral não estará o Senhor Arcebispo, nem o Bispo Auxiliar, nem os generosos e dedicados Párocos. O importante é acolher Jesus Cristo e o seu Evangelho no coração, na nossa família, nas comunidades paroquiais, na vida social, nos ambientes de trabalho, nas diversas associações e instituições!

Percorramos os caminhos da missão, procurando contribuir para resolver os enormes problemas que as pessoas e as famílias têm de enfrentar na atualidade, ajudando-as a encontrar um projeto de vida feliz. Jesus Cristo quer continuar, através da Igreja, a partilhar amorosamente e até ao fim a nossa vida, mostrando-nos a riqueza do nosso coração, ensinando-nos a amar e a abrir os nossos os olhos para a luz.

Com uma saudação fraterna e amiga,

+Nuno Almeida, Bispo Auxiliar de Braga

 

A mensagem do Arcipreste de Guimarães e Vizela:

ARCIPRESTADO EM VISITAS PASTORAIS

Ao iniciarmos este tempo de contacto pessoal com as nossas comunidades paroquiais por parte do senhor Arcebispo Primaz, D. Jorge Ortiga e seu Bispo Auxiliar, D. Nuno Almeida, quisemos celebrá-lo com um encontro, representativo de todas as paróquias, através de uma Assembleia Arciprestal dos Conselhos Pastorais Paroquiais.

Na perspetiva de unidade pastoral paroquial com a Arciprestado, o Arcipreste, saúda os senhores Bispos, os párocos e todos os membros dos respetivos Conselhos Pastorais Paroquiais, que são o sinal da unidade na diversidade e comunhão das paróquias à volta dos seus pastores.

Tomamos esta iniciativa, também com o sentido de que o senhor Arcebispo Primaz, será presente em todas as comunidades paroquiais e, na ação como Pastor, apontará caminhos novos, consolidando os planos de renovação da Arquidiocese, a partir das paróquias, e com o impulso renovado através da presença do senhor Bispo Auxiliar D. Nuno Almeida.

Como é importante, em cada paróquia, a função do Conselho Pastoral que expresse a vitalidade de toda uma Comunidade à volta do seu pároco. Pois, sendo o pároco delegado do Bispo, com o múnus de ensinar, santificar e governar, isto não significa que tenha de decidir tudo sozinho em prol da ação pastoral. Todos os fiéis devem participar nessa comum responsabilidade. Daí, o Conselho Pastoral Paroquial ser um organismo: permanente para promover uma pastoral sustentada na paróquia; representativo, pois representa toda a comunidade paroquial em todas as suas tarefas, tornando-se a imagem de toda a paróquia; consultivo, pois visa aconselhar o pároco numa linha de colaboração, ao decidir sobre as mais variadas questões pastorais.

Assim, poderemos salientar que, com um plano arquidiocesano, marcado pela força de ser esperança, na sequência das sementes de esperança, lançadas no último ano pastoral, prosseguiremos em caminho de PÁSCOA, sendo verdadeiramente participativos na ação e criativos, numa avaliação permanente, servindo a todos, numa conversão séria ao Evangelho, fundamentados na oração e vida espiritual, alargando horizontes de cristãos verdadeiramente enviados em Missão.

 

O Arcipreste

Padre Constantino Matos de Sá

 

CALENDARIZAÇÃO DAS VISITAS PASTORAIS

ZONA DE SÃO TORCATO: 2 a 23 fevereiro 2019

São Torcato (2 fevereiro); Rendufe (3 fevereiro); Gominhães (9 fevereiro); Lobeira (10 fevereiro); Selho São Lourenço (16 fevereiro); Gonça (17 fevereiro); Atães (23 fevereiro)

ZONA DAS TAIPAS: 24 fevereiro a 12 maio 2019

Divino Salvador de Briteiros (24 fevereiro); Santa Leocádia de Briteiros (2 março); Santo Estêvão de Briteiros (3 março); Vila Nova de Sande (9 março); São João Batista de Ponte (10 março); São Lourenço de Sande (16 março); São Martinho de Sande (17 março); São Clemente de Sande (24 março); São Cláudio de Barco (30 março); São Tomé de Caldelas (31 março); Sto Tirso e Sta Eufémia Prazins (6 abril); Corvite (7 abril); Gondomar (27 abril); Donim (28 abril); Longos (4 Maio); Balazar (5 Maio); Divino Salvador de Souto (11 Maio); Santa Maria de Souto (12 Maio).

ZONA DE RONFE: 18 maio a 9 junho 2019 *

Vermil (25 maio); Ronfe (26 maio); Figueiredo (1 junho); Oleiros (2 junho); Leitões (8 junho); Airão Santa Maria (9 junho); Brito (*13 julho); Airão São João (*14 Julho).

ZONA DE PEVIDÉM: 15 junho a 7 julho 2019

Candoso São Martinho (15 junho); Guardizela (16 junho); Gondar (22 junho); Gandarela (23 junho); Selho São Cristóvão (29 Junho); Silvares (30 junho); Cerzedelo (6 julho); Selho São Jorge e Paraíso (7 julho)

ZONA DE VIZELA: 12 outubro a 10 novembro 2019

Vizela São Miguel; Infias; Conde; Nespereira; Moreira de Cónegos; Gémeos; Tagilde; Lordelo; Vizela São Paio; Vizela São João.

ZONA DA LAPINHA: 16 novembro a 15 dezembro 2019

Polvoreira (16 novembro); Tabuadelo (17 novembro); Calvos (23 novembro); Cerzedo (24 novembro); Abação São Cristóvão (30 novembro); Abação São Tomé (1 dezembro); Pinheiro (7 dezembro); São Faustino (8 dezembro); Infantas (14 dezembro); Matamá (15 dezembro)

ZONA DA CIDADE: 21 dezembro 2019 a 26 janeiro 2020

Nossa Senhora da Conceição; São Paio; São Sebastião; Nossa Senhora da Oliveira; São Dâmaso; Creixomil; Fermentões; Costa; Urgeses; Azurém; Penselo; Aldão; Mesão-Frio; Candoso São Tiago; Mascotelos.

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