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2011 Outubro 03 | P.e Luís
Catequese de Hoje
José Oliveira,

Queria agradecer-lhe muito a partilha, sobretudo com a lucidez e sinceridade que o fez! Sabe, ao ler hoje o seu texto, veio-me logo à memória a primeira leitura de ontem, de Isaías, onde se dizia que os frutos da vinha amada deveriam ser a «retidão» e a «justiça».
Ao que o senhor disse, e que eu concordo, gostava de acrescentar que não é a catequese ou os catequistas que estão em crise. São as próprias comunidades eclesiais de base, no nosso caso, as paróquias. Mais, nós sabemos que a solução não vem de uns ‘iluminados’ que leram umas coisas ou ouviram um ‘mestres’, vem da escuta de todo o Povo de Deus, atenta ao discernimento dos «sinais dos tempos», que ajuda cada comunidade a encontrar, na fidelidade ao Espírito Santo, a melhor concretização do seu ser Igreja, aqui e agora, neste contexto social concreto.
É por isso que olho com muita esperança para o plano pastoral deste ano, da nossa Arquidiocese, onde se faz uma aposta muita clara nos Conselhos Pastorais Paroquiais que, funcionando como devem ser, são uma excelente oportunidade para se concretizar e dar respostas às inquietações que você, e muito bem, expressou.
Sempre ao dispor, P.e Luís.
2011 Setembro 24 | José Oliveira baraoromeu@gmail.com
Catequese de Hoje
Meus amigos todos os anos repete-se sempre a mesma coisa, tentar arranjar catequistas para fazer catequese! Mas... nunca se pergunta porque desapareceram aqueles que estiveram no ano anterior?Falta de formação?Falta de tempo?Ou falta de motivação?
E porque desaparecem tantas crianças que se inscrevem para iniciar o percurso catequético e ficam por o caminho?Alguem já penssou nisso?Sem crianças não à catequese e sem uma juventude ativa por certo não haverá futuro na igreja.Porquê.
Porque não se faz um debate sério para tentar encontrar soluções em vez de continuar a fazer mais do mesmo,convencidos que as desistências são sinais dos tempos modernos.
Posso garantir que depois de estudar comportamentos das nossas jovens familias e das nossas crianças e jovens cheguei á conclusão que ainda não está tudo perdido.
Se quizermos fazer algo para rejuvesnecer a nossa evelhecida igreja ainda vamos a tempos se formos capazes de saber escutar a opinião daqueles que são o mais importante do futuro os nossos jovens e colher a opinião dos catequistas e não sómente daqueles que se dizem donos da verdade e que penssam saber tudo decidindo nos gabinetes o que deveria ser de todos.
Lamento que todos os anos estejam mais preocupados com saber se todos os catequistas tem muita ou pouca formação, quando primeiro deveriamos tentar conhecer aqueles aquem se dirige a mensagem, que termina geralmente pela desistência de uma grande parte deles as crianças e jovens.

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