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Boletim Paroquial
Boletim 355 - I Domingo Advento - Ano A - 01-12-2019
Crónica para o I Domingo do Advento - 1 de Dezembro de 2019

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I Domingo do Advento - Ano A

«…até que veio o dilúvio, que a todos levou.»

“Pelas nações do mundo inteiro e seus governos,
para que, abandonando os caminhos da guerra, convertam as armas em instrumentos de paz…”

Se a Fidelidade a Deus, fosse vivida intensamente na nossa vida,
a única arma que existiria, seria a Esperança de que o Amor tudo suporta!

Quando levantamos os olhos para o alto e não é a Deus quem queremos alcançar e servir,
o dilúvio deste mundo (que não faz brotar da terra árida e seca o Amor) abandona-nos num assustador desalento.
O regaço do Pai faz-nos agarrar àqueles a quem muito amamos: à nossa família!
É com eles que descobrimos que Ser instrumento de Paz é iminente para a nossa alegria.
É na Fidelidade ao berço, na nossa casa, que encontramos a melhor forma de Ser Missão!

O profeta do Advento, Isaías, aponta-nos esse caminho de Esperança:
«Converterão as espadas em relhas de arado e as lanças em foices.
Não levantará a espada nação contra nação, nem mais se hão-de preparar para a guerra.»

S. Paulo fielmente inquieta e incentiva cada um de nós a Ser caminho para os outros:
«Abandonemos as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz»
Que bom seria se todos abríssemos o peito,
para rezarmos a uma só voz, esta estrofe pequenina e sentida do Salmo 122:
«Por amor de meus irmãos e amigos, pedirei a paz para ti.
Por amor da casa do Senhor, pedirei para ti todos os bens.»
,
Seríamos Luz… seríamos Paz… seríamos Esperança!

Hoje, iniciamos mais um Ano Litúrgico, o I domingo do Advento,
do Tempo que nos prepara para Aquele que vem!
O Ano A tem como Evangelista S. Mateus, o cobrador de impostos (decerto era um distraído nato…),
aquele que descreve o apelo do Salvador ao nosso estado de alerta máximo:
«…se o dono da casa soubesse a que horas da noite viria o ladrão,
estaria vigilante e não deixaria arrombar a sua casa.»

Este nosso velho hábito de pairar desatentos pela terra,
um dia, ainda nos leva para o centro de um tornado e, como estamos longe da Arca, seremos tomados!
Jesus vem para que os Seus passos, as Suas pegadas, sejam como um rasto que devemos seguir, sempre!
Foi com o Messias que a aliança mais bela se fez Carne.
O Cristo abriu os nossos olhos para a importância que a Paz deve emitir na nossa vida.

Durante estes próximos 4 domingos, a nossa derradeira Missão é:
Ser Esperança na dor! Ser Fé na confusão! Ser Amor no abandono!
Ser Luz no silêncio! Ser Coragem no desânimo! Ser Fidelidade na Família!
Repara como a Paz prospera,
quando os irmãos amam, verdadeiramente…
quando marido e mulher escutam a mesma melodia…
quando os pais respiram o mesmo ar dos filhos…
quando as únicas armas utilizadas são o diálogo, o carinho, a escuta, o abraço!
Juntos… na mesma Arca, onde quem reina é (só) o Deus de Jacob, a felicidade será um dado adquirido!

Levanta-te! Molha-te…
Não permaneças desprevenido, com a cabeça na terra e os pés no ar!
É tempo! Prepara-te para acolher um desafio que estremecerá com as prioridades do teu tempo.
Tu és instrumento de PAZ… aceita a Missão e converte, primeiro, o teu coração
para que os outros vejam em ti Luz, Bondade e queiram ser como tu…
Como tu és Fiel e segues O Menino que vem com o dilúvio do Amor! Levanta-te e molha-te…

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Padre Nuno Rocha | Póvoa de Varzim| 9 Nov 2019
Boletim 352 - XXXII Domingo do Tempo Comum - Ano C - 10-11-2019
«Para Ele todos estão vivos»
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AD RESURGENDUM CUM CHRISTO

a propósito da sepultura dos defuntos e da conservação das cinzas da cremação

 […] Na ausência de motivações contrárias à doutrina cristã, a Igreja, depois da celebração das exéquias, acompanha a escolha da cremação seguindo as respectivas indicações litúrgicas e pastorais, evitando qualquer tipo de escândalo ou de indiferentismo religioso.

5. Quaisquer que sejam as motivações legítimas que levaram à escolha da cremação do cadáver, as cinzas do defunto devem ser conservadas, por norma, num lugar sagrado, isto é, no cemitério ou, se for o caso, numa igreja ou num lugar especialmente dedicado a esse fim determinado pela autoridade eclesiástica.

Desde o início os cristãos desejaram que os seus defuntos fossem objecto de orações e de memória por parte da comunidade cristã. Os seus túmulos tornaram-se lugares de oração, de memória e de reflexão. Os fiéis defuntos fazem parte da Igreja, que crê na comunhão “dos que peregrinam na terra, dos defuntos que estão levando a cabo a sua purificação e dos bem-aventurados do céu: formam todos uma só Igreja”. A conservação das cinzas num lugar sagrado pode contribuir para que não se corra o risco de afastar os defuntos da oração e da recordação dos parentes e da comunidade cristã. Por outro lado, deste modo, se evita a possibilidade de esquecimento ou falta de respeito que podem acontecer, sobretudo depois de passar a primeira geração, ou então cair em práticas inconvenientes ou supersticiosas.

6. Pelos motivos mencionados, a conservação das cinzas em casa não é consentida. […] As cinzas, no entanto, não podem ser dividias entre os vários núcleos familiares e deve ser sempre assegurado o respeito e as adequadas condições de conservação das mesmas.

7. Para evitar qualquer tipo de equívoco panteísta, naturalista ou niilista, não seja permitida a dispersão das cinzas no ar, na terra ou na água ou, ainda, em qualquer outro lugar. Exclui-se, ainda a conservação das cinzas cremadas sob a forma de recordação comemorativa em peças de joalharia ou em outros objectos, tendo presente que para tal modo de proceder não podem ser adoptadas razões de ordem higiénica, social ou económica a motivar a escolha da cremação.

8. No caso do defunto ter claramente manifestado o desejo da cremação e a dispersão das mesmas na natureza por razões contrárias à fé cristã, devem ser negadas as exéquias, segundo o direito.[…]

http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_20160815_ad-resurgendum-cum-christo_po.html

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