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Boletim Paroquial
Boletim 369 - II Domingo da Quaresma - Ano A - 08-03-2020
Crónica para o XI Domingo do Tempo Comum - Ano A - 14 de Junho de 2020

XI Domingo do Tempo Comum

Ano A

«A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos.»

O trabalho dignifica o Ser humano.
Colocar a mão ao arado; Arribar barcos com redes que quase rompem com peixe;
Fazer-se ouvir com palavras que dão tranquilidade; Errar, mas assumir o erro e mudar de vida…
São gestos de quem trabalha e é chamado pelo Senhor da Vida.
Após aceitarmos o chamamento de Deus, não podemos permanecer no mesmo lugar, à mesma hora.
É urgente sair e mudar o rumo da nossa história pessoal, do nosso relacionamento com o Senhor.
Pertencemos ao Deus que nos dá a Vida e nos ama, como o Pastor que cuida das suas ovelhas.
Sabemos que do Pai receberemos a Misericórdia e a Bondade, sempre, pois somos o Seu Povo muito amado.
Somos uma Igreja tão amada e querida que nos envia o Seu Próprio Filho para morrer por nós.
Jesus morre por cada um de nós, que somos pecadores, fracos e ímpios.
Mas, fomos justificados pela Redenção que sai do peito do Cristo,
para que a Reconciliação de cada Ser Humano com Deus,
se revele na maior prova de Amor que recebemos do Pai.
Hoje, é 11º domingo do tempo Comum, do Ano A e S. Mateus recorda quando o Mestre o envia com os doze:
«Naquele tempo, Jesus, ao ver as multidões, encheu-Se de compaixão…»
O Salvador chama os seus discípulos e dá-lhes um Trabalho.
Uma árdua e bela Missão que trouxe a Esperança ao mundo:
«Pelo caminho, proclamai que está perto o reino dos Céus.»
Nos nossos dias, continuamos a precisar (ainda com mais sôfrego) da Compaixão Divina!
Hoje, Jesus chama por mim e por ti, para partirmos e anunciarmos…
Para partirmos e curarmos aqueles que estão desalentados…
Para partirmos e levarmos no peito a Fé na Ressurreição Daquele que veio para Ser Vida em nós.
Ficar parado à espera de que a doença passe não é solução!
Há tanto caminho para endireitar e tantas pontes para edificar…
Somos preciosos aos olhos do Senhor e Ele quer de cada um de nós precisar.
Não podemos perder o metro que nos levará mais longe!
Hoje, fomos chamados pelo mesmo Jesus que fitou os Seus Discípulos
com aquele piscar de olhos doce e terno.
Ficar indiferente não é da nossa condição humana.
Hoje, cada um de nós pode fitar o outro com um olhar que emite Paz, Serenidade e Compaixão.
Vamos juntos trabalhar na messe do Senhor?
Seguiremos dois a dois e levaremos no coração a cura para todos os males:
O Amor que vem Deus!

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Padre Nuno Rocha | Póvoa de Varzim| 9 Nov 2019
Boletim 352 - XXXII Domingo do Tempo Comum - Ano C - 10-11-2019
«Para Ele todos estão vivos»
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AD RESURGENDUM CUM CHRISTO

a propósito da sepultura dos defuntos e da conservação das cinzas da cremação

 […] Na ausência de motivações contrárias à doutrina cristã, a Igreja, depois da celebração das exéquias, acompanha a escolha da cremação seguindo as respectivas indicações litúrgicas e pastorais, evitando qualquer tipo de escândalo ou de indiferentismo religioso.

5. Quaisquer que sejam as motivações legítimas que levaram à escolha da cremação do cadáver, as cinzas do defunto devem ser conservadas, por norma, num lugar sagrado, isto é, no cemitério ou, se for o caso, numa igreja ou num lugar especialmente dedicado a esse fim determinado pela autoridade eclesiástica.

Desde o início os cristãos desejaram que os seus defuntos fossem objecto de orações e de memória por parte da comunidade cristã. Os seus túmulos tornaram-se lugares de oração, de memória e de reflexão. Os fiéis defuntos fazem parte da Igreja, que crê na comunhão “dos que peregrinam na terra, dos defuntos que estão levando a cabo a sua purificação e dos bem-aventurados do céu: formam todos uma só Igreja”. A conservação das cinzas num lugar sagrado pode contribuir para que não se corra o risco de afastar os defuntos da oração e da recordação dos parentes e da comunidade cristã. Por outro lado, deste modo, se evita a possibilidade de esquecimento ou falta de respeito que podem acontecer, sobretudo depois de passar a primeira geração, ou então cair em práticas inconvenientes ou supersticiosas.

6. Pelos motivos mencionados, a conservação das cinzas em casa não é consentida. […] As cinzas, no entanto, não podem ser dividias entre os vários núcleos familiares e deve ser sempre assegurado o respeito e as adequadas condições de conservação das mesmas.

7. Para evitar qualquer tipo de equívoco panteísta, naturalista ou niilista, não seja permitida a dispersão das cinzas no ar, na terra ou na água ou, ainda, em qualquer outro lugar. Exclui-se, ainda a conservação das cinzas cremadas sob a forma de recordação comemorativa em peças de joalharia ou em outros objectos, tendo presente que para tal modo de proceder não podem ser adoptadas razões de ordem higiénica, social ou económica a motivar a escolha da cremação.

8. No caso do defunto ter claramente manifestado o desejo da cremação e a dispersão das mesmas na natureza por razões contrárias à fé cristã, devem ser negadas as exéquias, segundo o direito.[…]

http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_20160815_ad-resurgendum-cum-christo_po.html

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