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Boletim Paroquial
Boletim 369 - II Domingo da Quaresma - Ano A - 08-03-2020
Crónica para o XXIX Domingo do Tempo Comum - Ano A - 18 de Outubro de 2020

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XXIX Domingo do Tempo Comum

Ano A 

«Mestre, sabemos que és sincero e que ensinas, segundo a verdade, o caminho de Deus…» 


Dou! Dás! Dá! Damos! Dais! Dão!
O verbo Dar no presente do indicativo é uma das mais extraordinárias formas de vislumbrarmos o Amor de Deus.
Eu dou o meu tempo! Tu dás Esperança! Ele dá um conselho!
Nós damos 1% do nosso ordenado! Vós dais a vida! Eles dão Amor!
E nesta doação gratuita o caminho de Deus está traçado e a verdade sobre os ensinamentos do Cristo são vividos em plenitude.
A dúvida sobre a omnipresença de Deus nas nossas vidas é dissipada, quando levamos O Senhor aos que não são capazes de dar ao mundo a esperança que O Pai lhes confiou!
Deus é digno de receber, sempre, o melhor que possuímos.
Tudo o que nos faz felizes vem do Nosso Criador e para Ele devia voltar, como sinal da nossa gratidão.
“Só Vós Senhor nos dais a Vida!”
O Santo Espírito que nos guia o coração mostra-nos uma única via para sermos alegres:
construir um mundo onde reine a caridade! Onde as palavras tenham forma, cheiro, sabor e sejam visíveis…
Hoje, a liturgia do 29º domingo do Tempo Comum, do Ano A, imprime, no peito da humanidade, as Palavras que Deus dá ao mundo!
As obras de Amor profundo de Jesus são colocadas à prova com malícia: «É lícito ou não pagar tributo a César?»
Mas, o Mestre nunca deixa de nos dar o melhor que tem:
«…dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus».
Será que ao darmos ao mundo o que é do mundo, não estaremos a dar o melhor de nós a Deus?
Neste permanente dar, que a nossa vida é, o Evangelho de Jesus ressuscita.
Ó… Fariseu dos tempos modernos, porque ainda não deste ao mundo o que é do mundo?
Guarda dentro do coração todo o mal que te faz sofrer…
Pensa que é como um imposto que tens de pagar ao estado, para que as estradas sejam alcatroadas e não de areia batida, como em África ou na Ásia…
Lembra-te que o mal quando é espalhado aumenta rapidamente, como os juros de uma dívida ao estado, quando não regularizaste a tempo e horas o IMI da tua casa, que tem saneamento básico, ao contrário das casas na América latina…
O mundo precisa de ti.
Da tua forma de olhar que aquece sorrisos…
da tua palavra que abre fronteiras…
da tua mão estendida que ajuda quem parte para além do mar…
do teu sal que vem dar sabor ao açúcar…
do teu perfume que lança oração e irradia Paz!
Se fôssemos verdadeiramente honestos, com tudo o que temos… seríamos felizes no DAR!
Então? O que vamos DAR hoje?



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Uma Igreja Sinodal e Samaritana

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Padre Duarte Nuno | Póvoa de Varzim| 8 Mar 2020
Boletim 369 - II Domingo da Quaresma - Ano A - 08-03-2020
«Escutai-O!»
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O TEMPO DO CORAÇÃO

Um dos verbos mais utilizados em toda a Bíblia é «escutar». Desde o início, o Povo de Deus pensou-se a si próprio como comunidade de escuta. Se há uma representação que exprime com fidelidade o que o Povo de Deus faz, quando se congrega ou quando caminha ao longo da história, é a premissa do verbo escutar. Para escutar temos, talvez, de silenciar a voz indistinta que nos captura, emudecer o rumor, fazer calar as resistências interiores que são muitas vezes uma concha que blinda a vida e não permitem à beleza da Palavra revelar-se. Também na regra de São Bento há uma expressão essencial, se queremos perceber como se ativa uma escuta autêntica: «abre o ouvido do teu coração». Quer dizer: a escuta não se faz apenas com o ouvido exterior, mas com o sentido do coração. A escuta não é apenas a recolha do discurso verbal. Antes de tudo é atitude, é inclinar-se para o outro, é confiar-lhe a nossa atenção, é disponibilidade para acolher o dito e o não dito, o entusiasmo da história ou a sua dor mais ou menos sussurrada, o sentimento de plenitude ou de frustração. E fazer isto sem paternalismos e sem cair na tentação de se substituir ao outro. Ouvir é oferecer um ombro, onde o outro possa colocar a mão, para rapidamente se levantar.

 

COMUNIDADO – Normas da Conferência Episcopal Portuguesa

“Perante a situação que estamos a viver em todo o mundo, motivada pelo coronavírus COVID-19, apelamos à serenidade e ao incremento da prevenção nos cuidados de higiene. Nesse sentido, convidamos a seguir estritamente as indicações e normas da Direção Geral de Saúde. Como em situações semelhantes e em sintonia com outras conferências episcopais e dioceses, e para evitar situações de risco, recomendamos algumas medidas de prudência nas celebrações e espaços litúrgicos, como, por exemplo,

a comunhão na mão, a comunhão por intinção dos sacerdotes concelebrantes, a omissão do gesto da paz e o não uso da água nas pias de água benta.


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