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20 Out 2015
História
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A palavra sínodo tem a sua origem no idioma grego (sýnodos) e significa “caminhar juntos”.

Criado por Paulo VI (Motu proprio Apostolica sollicitudo), dando resposta aos sinais dos tempos e ao voto dos padres do Concílio Vaticano II, encontra-se regulamentado por diversos diplomas e é objecto de capítulo especial do Código de Direito Canónico. Constituído por bispos das diversas regiões, na maioria eleitos pelas Conferências Episcopais, a que se juntam peritos, aconselha o Sumo Pontífice em assuntos de especial importância. Só tem poder deliberativo quando este lho é concedido pelo Papa. A ele pertence o direito de convocar o Sínodo, suspendê-lo ou dissolvê-lo, presidi-lo ou delegar funções de presidência, determinar a sua composição e propor os temas a tratar.

O Sínodo dos Bispos pode reunir-se em Assembleia Geral (ordinária quando enquadrada em determinado ritmo, ou extraordinária), com bispos de todo o mundo, para tratar de assuntos de interesse para toda a Igreja; ou em Assembleia Especial, relativa a determinada região. A escolha da temática é ordinariamente precedida de consultas. De seguida é elaborado um esquema sujeito à discussão (lineamenta). Com as sugestões recolhidas é redigido o guião dos trabalhos sinodais (Instrumentum Laboris). Uma vez o inaugurado o sínodo, depois das intervenções livres dos bispos e do pronunciamento sobre a redacção das proposições, estas são entregues ao Santo Padre que, recorrendo a colaboradores, pode ou não redigir uma “Exortação Apostólica pós-sinodal”. O próprio Sínodo costuma publicar um relato ou uma mensagem final.

Em fase experimental, a primeira assembleia reuniu-se em 1967 para tratar de uma série de temas: ateísmo, revisão do Código de Direito Canónico, seminários, matrimónios mistos e reforma litúrgica. No final publicou uma pequena mensagem de paz. Em 1969, reuniu-se pela primeira vez em Assembleia Geral Extraordinária. A segunda Assembleia (1971) tratou de dois temas "quentes": o sacerdócio ministerial e a justiça no mundo, que deram origem a dois documentos finais, o segundo dos quais considerado de grande interesse no campo da doutrina social da Igreja. A partir da terceira Assembleia Geral, o ritmo passou de dois para três anos, a temática concentrou-se em assuntos de carácter geral e os padres sinodais confiaram as suas proposições ao Papa, que as tomou como base para a “Exortação apostólica pós-sinodal”.

 

 

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