Arquidiocese de Braga -

22 abril 2026

“Mais sinodal e missionária”: D. José Cordeiro sublinha caminho deixado por Francisco

Fotografia DR

DM - André Arantes

Papa Francisco. Um ano após a morte do Papa, o Arcebispo de Braga, D. José Cordeiro, sublinha a força do legado deixado por Papa Francisco, destacando-o como uma figura «marcante na história contemporânea da Igreja» e cuja influência continua bem viva.

Em declarações ao Diário do Minho, D. José começa por enquadrar este momento numa perspetiva de fé:  «O Papa Francisco vive a Páscoa Eterna, e certamente do alto nos acompanha também nos caminhos que ele trilhou para a Igreja e que connosco impulsionou».

Para o Arcebispo Primaz, mais do que a saudade, importa olhar para o legado deixado pelo pontífice argentino, que aponta como um caminho exigente e transformador: «para que esta Igreja seja mais fiel ao Evangelho, seja mais sinodal, mais missionária».

D. José Cordeiro destaca que o testemunho de Francisco não ficou no passado, mas está agora a ser acolhido e continuado:  «Aquilo que ele viveu, testemunhou, anunciou, estamos agora a acolher».   Nesse sentido, refere ainda Papa Leão XIV como sinal de continuidade, sublinhando que o atual Papa «prossegue o mesmo caminho de fidelidade, de novidade, de criatividade», numa «continuidade renovada».

Num tom de gratidão, o Arcebispo de Braga reconhece o impacto do pontificado: «Ao Papa Francisco estamos profundamente gratos. Deus cumulou a sua Igreja com o seu ministério apostólico».

Ao mesmo tempo, deixa uma dimensão de esperança e compromisso para o futuro da Igreja, evocando a necessidade de concretizar os caminhos lançados por Francisco.