Arquidiocese de Braga -

28 maio 2020

Departamento para a Liturgia apela a “passos pequenos e progressivos”

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DACS

Organismo da Arquidiocese de Braga relembrou os aspectos práticos para o regresso às celebrações comunitárias.

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O Departamento Arquidiocesano para a Liturgia apela, esta quinta-feira, a um “desconfinamento gradual” feito de passos “pequenos e progressivos”. Os responsáveis relembraram ainda os aspectos práticos do regresso às celebrações comunitárias, que tem lugar a 30 de Maio.

Os responsáveis pelos ministérios litúrgicos na Arquidiocese de Braga pediram que sejam dados “passos pequenos e progressivos” ao longo dos próximos domingos, optando por uma “simplificação ao máximo e por uma intervenção nos momentos estritamente necessários”.

A recomendação do Departamento Arquidiocesano para a Liturgia para os coros é que estes grupos “não ultrapassem os 4 elementos”. É também aberta a porta à redução dos cânticos, ficando “pelos mais importantes: Santo, Aleluia e Salmo”, podendo outros momentos ser acompanhados apenas por peças de órgão.

O Departamento pediu às paróquias para “investir seriamente” nas equipas de acolhimento, com formação para as funções técnicas e humanas, e notou que o presidente da celebração deverá deslocar-se da cadeira da presidência para o altar “apenas na saudação do altar e na liturgia eucarística”, assim como usar máscara.

Quanto aos leitores, estes devem ter “uma pasta pessoal e digna”, lendo a partir de uma folha para evitar “que todos tenham de manusear o leccionário”. Existe também a possibilidade de fazer a oração universal e as admonições em voz off a partir do coro ou dos lugares da frente da assembleia, reduzindo assim as deslocações dentro da igreja.

Enquanto o número de acólitos “deve ser o mais reduzido possível” – sendo mesmo este ministério passível de ser “dispensado” numa primeira fase” –, aos ministros extraordinários da comunhão é recomendado que apenas um se dirija ao sacrário e que, se possível, se desloquem ao longo do corpo da igreja, “distribuindo na mão a comunhão aos fiéis”.

O Departamento Arquidiocesano para a Liturgia relembra ainda que os mais frágeis – “idosos, doentes, grupos de risco” – devem “permanecer em casa”.


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Aspectos práticos para o regresso às celebrações comunitárias