Arquidiocese de Braga -

13 dezembro 2021

Divulgado rito de instituição no ministério de catequista

Fotografia DR

DACS com Agência Ecclesia/Vatican News

Rito entra em vigor a 1 de Janeiro. Nem todos os catequistas serão instituídos neste ministério.

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A Santa Sé publicou esta segunda-feira o rito litúrgico de instituição no ministério de catequista, que entra em vigor a 1 de Janeiro de 2022. O Papa Francisco criou este novo ministério em Maio deste ano através da carta apostólica ‘Antiquum ministerium’.

De acordo com o portal de notícias do Vaticano, com a divulgação do ritual para a instituição do ministério de catequista, o prefeito da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos dirigiu uma carta aos presidentes das Conferência Episcopais onde lembra que este é um ministério “destinado aos leigos” e um “serviço estável prestado à Igreja local”.

O arcebispo Arthur Roche refere que o ministério de catequista pode ter uma “grande variedade de formas” e enumera duas “tipologias principais”: “catequistas com a tarefa específica da catequese, outros que participam nas várias formas de apostolado, como a guia da oração comunitária, assistências aos doentes, as celebrações de funerais, a formação de outros catequistas, a coordenação de iniciativas pastorais, ajuda aos pobres”.

O prefeito da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos sublinha que o ministério de catequista tem “um forte valor vocacional que requer o devido discernimento por parte do bispo”, acrescentando que não devem ser instituídos todos os que são chamados a ser catequistas.

A carta indica que candidatos ao diaconado e ao sacerdócio, religiosas e religiosos, professores do ensino religioso nas escolas e aqueles que têm um “serviço destinado exclusivamente aos membros de um movimento eclesial” não devem ser instituídos catequistas.

Mesmo que nem todos os catequistas sejam instituídos no novo ministério, D. Arthur Roche afirma que “é absolutamente conveniente” que todos eles recebam no início de cada ano catequético um mandato eclesial público no qual lhes é confiada essa indispensável função”.

O arcebispo acrescenta que é tarefa das conferências episcopais “clarificar o perfil, o papel e as formas mais coerentes para o exercício do minist´rio dos catequistas no território da sua competência”.

O prefeito da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos conclui afirmando que “o ministério do catequista é conferido pelo bispo diocesano, ou por um sacerdote elegado por ele, mediante o rito agora publicado.



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