Arquidiocese de Braga -
29 junho 2026
Vila Nune e Faia eternizam fé nos padroeiros com bênção de dois monumentos
DM com padre Rui Filipe Marques Araújo
Cerimónia presidida por D. Nélio Pita, Bispo Auxiliar de Braga
As comunidades cristãs de Santo André de Vila Nune e de São Tiago da Faia, Arciprestado de Cabeceiras de Basto, eternizaram ontem a fé nos seus padroeiros, com a bênção de dois monumentos de gratidão e esperança. A cerimónia festiva foi presidida pelo Bispo Auxiliar de Braga, D. Nélio Pita.
O pároco destas duas comunidades, padre Rui Filipe Marques Araújo, salienta que foi um dia de profunda alegria, de comunhão e de memória aquele que se viveu ontem em Vila Nune e Faia. «Num ambiente de festa e de oração, foram inaugurados os monumentos dedicados aos seus Padroeiros, dois símbolos que ficarão para as gerações futuras como testemunho da fé, da identidade e da história destas terras».
De acordo com o pároco, em Vila Nune foi inaugurado o monumento em honra de Santo André, «generosamente oferecido pela família do senhor Armando, gesto que traduz um profundo amor à comunidade e à sua tradição cristã».
Na comunidade de Faia, foi a vez de ser inaugurado o monumento em honra de São Tiago, «oferta da D. Maria da Fonte, cuja generosidade permitiu deixar um sinal permanente da devoção ao Apóstolo que, há tantos anos, protege e inspira aquela comunidade».
A cerimónia teve início com a Eucaristia, presidida por D. Nélio Pita, uma celebração que reuniu fiéis, famílias, crianças, jovens, idosos e representantes das diversas comunidades. Na sua homilia, o Bispo Auxiliar de Braga destacou a importância de manter viva a fé recebida dos antepassados e de continuar a construir comunidades onde Cristo seja o centro da vida.
Segundo o padre Rui Filipe Marques, a bênção e a inauguração dos monumentos foram «momentos vividos com emoção e profundo sentido de pertença. Entre aplausos, oração e gratidão, as comunidades contemplaram aqueles que passam agora a ser marcos visíveis da sua história e da sua caminhada de fé».
Para o pároco de Vila Nune e Faia, mais do que simples obras de arte, estes monumentos pretendem ser um verdadeiro memorial da vida das comunidades. «São um sinal de agradecimento a todos os sacerdotes que, ao longo dos anos, dedicaram a sua vida ao serviço destas paróquias, anunciando o Evangelho, celebrando os sacramentos e acompanhando o povo nas alegrias e nas dificuldades», sublinhou, acrescentando: «São também uma homenagem silenciosa a todas as famílias que fizeram crescer estas comunidades, às crianças que representam o futuro da Igreja, aos jovens que continuam a ser chamados a testemunhar a sua fé, aos idosos que guardam a memória viva das tradições e aos doentes que, no silêncio do sofrimento, sustentam a comunidade com a força da sua oração».
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